Mansão Houdini por SLIPKNOT!!

 

 

A mansão

 

Mesmo sendo um desiludido notado pelos espiritualistas durante sua vida, o mágico Harry Houdini jurou que voltaria à vida se fosse possível. Dez anos após sua morte no Halloween, em 1926, o paranormal Arthur Ford e a viúva de Houdini disseram ter recebido uma mensagem codificada pelo mágico.

 

Alguns visitantes da casa de Houdini em Laurel Canyon acreditam que a propriedade é mal assombrada. Mesmo com o fato de a mansão ter incendiado em 1959, a aparição de Houdini é às vezes vista numa gruta ou nos degraus queimados da escadaria. Outro rumor persistente sobre a propriedade é de que há um baú de ferro escondido em algum lugar com todos os segredos do mágico.

 

O álbum titulado “Vol. 3: The Subliminal Verses” do Slipknot foi gravado dentro da mansão Houdini.

 

“A casa foi construída em 1958,” diz Joey Jordison. “É praticamente uma mansão mesmo, e é bem mal assombrada. Você fica parado lá, sendo literalmente empurrado, olha a sua volta e não tem ninguém por ali que possa tê-lo feito. Minha porta se abria entre as 9 e 9h30min da manhã nos dias das duas primeiras semanas até eu colocar um peso na frente pra que isso parasse de acontecer.”

 

A banda de nove integrantes, conhecida por usar vestimentas de pára-quedistas e máscaras perturbadoras em seus shows, se enfurnaram na mansão Houdini em Laurel Canyon, Califórnia, com o produtor Rick Rubin para gravar as músicas do álbum “Vol. 3: The Subliminal Verses” – e tiveram uma série de, digamos, experiências incomuns enquanto estiveram lá.

 

O equipado Slipknot encontrou inadvertidamente um lugar único para gravar seu álbum – uma casa mal assombrada. O grupo se uniu novamente depois de passar um ano trabalhando em projetos paralelos e, enquanto insistem em dizer que sua música está melhor do que nunca, não podem dizer o mesmo do ambiente e suas circunstâncias. A banda de Wait And Bleed viveu por um tempo na propriedade assustadora e Joey Jordison assumiu estar chocado com as assombrações que aconteciam por lá. “Eu estava lavando roupa no porão e entrei num outro cômodo. Pareceu que algo atravessou meu corpo. Eu fiquei muito assustado. Depois eu não entrei mais na merda do porão de novo.” O baterista também revela que a banda progrediu num som mais experimental do que nos álbuns anteriores. Ele diz, “Agora estamos mais equipados, temos teclados da MOOG. Tem um monte de coisa estranha que dá pra encaixar no que seria experimental. É quase como se o Slayer estivesse se enfiando no Radiohead. Eu não quero assustar ninguém, mas é mais ou menos nesse ramo em que estamos.”

 

Os Quatro Fãs Sortudos

 

Na hora, os quatro fãs ganhadores do concurso tiveram seus olhos vendados, juntamente a John (homem que esteve filmando vários momentos das gravações do álbum na casa), todos rumo à Mansão Houdini.

 

“Foi muito legal, mais ainda assim um pouco estranho,” diz Matt, um dos ganhadores do concurso sobre o início da excursão. Depois de dirigir por uns quinze minutos, Maria desligou seu celular, se curvou para trás e murmurou, “Slipknot ainda não está pronto para recebê-los”.

 

Naquele ponto, Matt torna seus pensamentos em “O que eles irão fazer? Nos enfileirar num canto e tacar merda na gente? Ah, a iniciação no mundo do Slipknot???”

 

Pelas 4h da tarde, a van estacionou dentro da Mansão Houdini, onde o Slipknot esteve gravando seu terceiro álbum pelos últimos três meses daquele período. Recebidos por Corey, Joey, Mick, Jim, Craig, e Chris, as quatro almas inocentes foram levadas aos fundos, onde foram amarrados, jogados dentro da piscina e deixados debaixo d’água até que conseguissem se soltar, como o grande Houdini já o fez.

 

Na verdade, esqueça a última linha. Naquele ponto, os quatro foram levados para dentro da mansão, atrás da mesa de mixagem, onde toda a mágica estava acontecendo. Lá, esses quatro caras foram as primeiras pessoas fora do Slipknot a ouvir as novas músicas que a banda esteve compondo e gravando. Escutaram entre quatro e cinco faixas.

 

“Aquelas novas músicas, cara… era fenomenal,” diz Matt. “Não só as músicas eram melhores, mas o som também era,” ele continuou. “(A primeira música tocada) foi uma introdução, eu acho, era bem ominosa… mas talvez fosse uma canção inteira mesmo, tinha uns três minutos de duração. Depois tocaram algumas últimas faixas. Então Mick disse, ‘Espere até ouvir as pesadas’.” Naquele instante, aparentemente todos na sala de mixagem riram. “Porque aquilo já era pesado,” explicou Matt. “Mas ele (Mick) estava falando sério.” E as últimas palavras de Matt sobre as novas músicas, “São muito mais complexas, pesadas, e soam melhor do que quaisquer outras que eles já compuseram.”

 

Outro vencedor do concurso, Edgar, se lembra do dia dum modo um pouco diferente: “Sábado tive meio que uma tarde um tanto esquisita. Nós fomos vendados… raptados por Maria… foi tudo filmado por um cara baixinho chamado John… fomos forçados a ouvir música country na mansão… e eu mencionei que para entrarmos, cada um de nós quatro tivemos de fazer lavagem intestinal?”

 

Seriamente (mesmo Edgar tendo de fato escrito as palavras seguintes), Edgar – que sabe tocar guitarra – diz, “Foi muito bom ver que eu não sou o único cara gigante de 1,94m que toca música profissionalmente. Mick Thomson e Jim Root agora são minhas inspirações. Tudo que eu faço musicalmente agora é pela influência musical deles. Muito obrigado pela oportunidade única…”

 

Então está aí. É real. Para os quarto ganhadores, foi bom que tiveram uma ótima experiência, obrigado por participarem. Vocês têm o distinto prazer de serem as únicas pessoas no mundo fora do Slipknot a terem ouvido exclusivamente as novas faixas.

 

Crítica

 

Slipknot está preparado para receber críticas sobre seu novo álbum.

 

O grupo de metal extravagante recentemente entrou no estúdio com o produtor Rick Rubin para gravar seu disco sucessor ao “Iowa”, de 2001. E uma das faixas em particular é direcionada as pessoas que acusaram a banda de encorajamento à violência e o crime através de seus temas e vídeos.

 

O vocalista Corey Taylor disse a Rolling Stone: “Nós nos tornamos um tipo de bode-expiatório por um tempo. Se algo de ruim acontecesse, todos queriam nos culpar. Você nunca ouvia algo sobre alguém indo a uma matança violenta ouvindo Pat Boone, porque isso não é suficiente pra se tornar manchete”

 

Taylor também abordou a possibilidade do novo álbum ser o último da banda de post-nu-metal.

 

Ele admitiu: “Ou esse álbum vai mudar o mundo, ou preparar o mundo para nos destruir. As chances que temos agora estão voltadas a direções que nunca pensamos que poderíamos tomar. Há muitas coisas que vão deixar as pessoas surpresas. Eu aprendi a um bom tempo que se pode fazer algo pesado sem precisar gritar seus pulmões a fora. (…)”

 

“Estou definitivamente tomando uma aproximação diferente das coisas que digo. É hora de começar a falar sobre outras coisas além de mim mesmo. O que ando escrevendo é bem filosófico.”

 

Fantasmas

 

Toda aquela esquisitice incluía visões de fantasmas.

 

“A coisa sobre fantasmas é que quando eles se manifestam, podem tomar duas formas diferentes,” Taylor disse. “Ou eles assumem a forma humana, ou tomam a forma de um orbe: redondos; esferas brancas que às vezes pode se enxergar no ar. Uma noite, o ar-condicionado do meu quarto aumentou a temperatura de 18°C para 23°C sozinho. E no mesmo exato segundo, eu havia tirado uma foto de um dos lados do quarto, que capturou dois orbes bem na frente do ar-condicionado. Pra ter certeza de que não era nenhum tipo de luz, eu tirei outra foto, e eles não apareceram de novo. Uns segundos depois, a as novas pilhas que eu mal tinha colocado na câmera se esgotaram.” (…)

 

“Oh, é mal assombrada,” assegurou o cantor Corey Taylor, de uma ligação de sua casa em Iowa. “Pode deixar os rumores de lado, porque eu realmente presenciei isso e tive que agüentar por seis meses. Eu tenho umas estórias que arrepiariam os pêlos da sua nuca. É tão estranho, eu nem gosto de falar sobre isso.

 

“Eu e (o percussionista Shawn Crahan) dividimos um quarto duplo, e naquela etiqueta de números do telefone estava escrito ‘em caso de acontecimento paranormal, disque’ com um número na frente, ‘ou 911’. Esse foi o nível de insanidade que tivemos de agüentar.”

 

De fato, os membros da banda – Sid Wilson, DJ; Joey Jordison, baterista; Paul Gray, baixista; Chris Fehn, percursionista; Jim Root, guitarrista; Craig Jones, sampler; Mick Thomson, guitarrista; Crahan e Taylor – entravam no estúdio todas as manhãs e compartilhavam os eventos estranhos da noite anterior. Taylor também citou ter visto aparições em seu quarto em mais de uma ocasião.

 

Créditos a : http://www.slipknotbr.com/?sk=misc/houdini

Um pensamento sobre “Mansão Houdini por SLIPKNOT!!

  1. thiago mendes disse:

    olá thiago bruxo muito mostra noite eua histórias casa mal medo

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